quinta-feira, 31 de maio de 2007

VITÓRIA DISPENSA GOLEIRO E MEIA ESQUERDA

VITÓRIA DISPENSA EMERSON E CLÉBER

A Diretoria do Vitória anunciou ontem à tarde, em entrevista coletiva, as rescisões de contratos do goleiro titular Emerson, 35 anos, e do meia-esquerda Cléber, 31. A notícia pegou a todos de surpresa, pois são dois jogadores de certo nome no cenário nacional e têm os maiores vencimentos dentro do grupo. Comenta-se que Emerson e Cléber juntos custam ao Vitória cerca de R$ 60 mil mensais. O presidente Jorge Sampaio justificou as dispensas pelos seguintes critérios: desempenho técnico e salário.

De acordo com o presidente rubro-negro, o Vitória está começando um processo de readequação da folha salarial que hoje está por volta dos R$ 400 mil. O objetivo é reduzir para R$ 330 mil, o que implica que outros jogadores serão dispensados em breve. Porém, Jorginho Sampaio não descarta futuras contratações até porquê o Vitória estará recebendo em breve cerca de R$ 1,5 milhões da venda dos 50% restantes dos Direitos Federativos e Econômicos do jovem zagueiro David Luiz ao Benfica, de Portugal.

Antes de convocar a imprensa para a coletiva na sala do diretor de futebol Edinho Nazareth, o presidente conversou com Givanildo e com os dois atletas sobre esta medida tomada pela direção leonina. A dispensa de Emerson foi uma medida administrativa, que surpreendeu e aborreceu o treinador. Fontes ligadas ao clube afirmam que membros da diretoria já estavam insatisfeitos com os altos e baixos do goleiro gaúcho.

Em relação a Cléber, a liberação foi em decorrência de um acordo entre diretoria, comissão técnica e o jogador. Cléber que veio com o cartaz de ser a grande contratação, a grande estrela do clube não vingou infelizmente. Só teve boas participações nas primeiras partidas e caiu bruscamente de posição o que tirou da titularidade para ser a terceira opção de Givanildo Oliveira, que passou a usar Garrinchinha e Capixaba como prioridade.

De acordo com Jorginho Sampaio "o orçamento está muito alto. A receita que temos hoje vem do Clube dos Treze, um pouco mais de R$ 200 mil, da bilheteria, que é muito baixa e de alguma coisa que conseguimos através do marketing. Ela não é suficiente, mesmo assim todos os funcionários estão em dia e o clube só está devendo a premiação pela conquista do Campeonato Baiano, que está na nossa programação para ser quitada em breve", justificou o presidente do Leão da Barra.

OPINIÃO: Não concordei com a dispensa do meia Cléber. O jogador teve uma lesão muscular, fruto da não realização de uma boa pré-temporada, e depois pegou uma virose que tava assolando a capital baiana. Ele já estava 100% curado e já estava treinando bem nos coletivos. É o meia de maior qualidade em relação ao que temos no plantel. Achei muito errada esta medida da direção do Vitória. Sobre Emerson: Ele deveria ser demitido sim, porém ao final do campeonato baiano ou no máximo nesta última segunda-feira. Agora faltando 3 dias para o jogo mostrou-se uma medida errada, pois ele estava sendo titular e pode afetar o grupo de jogadores e coloca o reserva imediato, Ney, com um nível maior de adrenalina e pressão. Uma coisa é o jogador estar preparado para entrar de primeira, outra coisa é de maneira repentina. Sobretudo no gol, uma posição que é vital para qualquer time, qualquer defesa. Realmente ambos não estavam bem no clube, porém achei que a medida foi tomada na hora errada. 3 dias antes do jogo!!!!

TIME JÁ SE PREPARA PARA O JOGO DE SÁBADO

O Vitória realizou nesta quarta-feira o primeiro coletivo da semana visando o jogo de Sábado, contra o Ipatinga, às 16h, no Barradão. O técnico Givanildo Oliveira manteve a formação que venceu o Ceará por 3x0.

A equipe terá duas mudanças com relação ao último jogo. O zagueiro Wallace, que vai ficar em torno de 10 dias de molho por conta de uma lesão na coxa, e o goleiro Emerson, que foi dispensado pela diretoria.

A princípio, Givanildo não terá problemas para definir os substitutos. No coletivo, o goleiro Ney e o zagueiro Jéferson treinaram entre os titulares e o treinador ficou satisfeito com o rendimento dos atletas. O outro candidato à vaga na defesa, Thiago Gama, passou mal e nem treinou. Para o seu lugar, Esdras, do time juvenil, treinou na equipe reserva.

O coletivo terminou empatado em 2x2. Sorato e Joãozinho marcaram para os titulares e Elcimar fez os dois gols da equipe reserva. Os titulares formaram com: Ney, Apodi, Jean, Jéferson e Alysson (Anderson Rodrigues); Vanderson (Chicão), Garrinchinha, Bida (Faioli) e Jackson (Hugo Henrique); Índio (Sorato) e Joãozinho.

O time reserva jogou com: França, Alex Santos, Esdras, Anderson Martins e Anderson Rodrigues (Anderson Souza); Chicão (Caique), Capixaba, Faioli (Tucho) e Jorge Henrique; Hugo Henrique (Elcimar) e Sorato (Paulo César).
FONTE: Leaodabarra.com

CONTAGEM REGRESSIVA




Começam as expectativas para as disputas da Série C do campeonato brasileiro, campeonato que será disputado por 64 clubes, que na sua grande maioria não tem condições de arcar com suas despesas, porém movidos pelo sonho de acesso a Série B, entram com a cara e a coragem nas disputas por uma vaga, vagas essas na minha opinião já um tanto quanto preenchidas, visto que na minha opinião duas delas, 50%, já estejam ocupadas por dois grandes clubes, o Guarani de Campinas e o Bahia, sobrando mais duas vagas para os outros 62 clubes, algusn deles sem nenhuma expressão no cenário nacional, casos de Galo/Adap (Paraná), Juciara (Mato Grosso), Juruense (Rondônia), Atlético (Paraíba), dentre outros, que entram como franco atiradores e sonham com uma zebra gigantesca, não pelo acesso, mas para conseguir passar ao menos a primeira fase das disputas, porém po outro lado, temos fortes candidatos ao acesso, caso do Paranavaí (campeão paranaense em 2007), Bragantino (semi-finalista no paulistão), Noroeste (São Paulo), Ananindeua (ano passado eliminado por irregularidades), entre alguns outros, num campeonato não há como se "prever" algo antes do início das disputas, portanto, devemos esperar e ver no que vai dar esse campeonato, desorganizado, é bem verdade, porém emocionante.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

CRB JOGA MELHOR E VENCE A PONTE PRETA EM MACEIÓ

Para variar errei novamente minhas previsões de ontem. No jogo CRB x Ponte, onde apostei coluna do meio e coluna 2, deu coluna 01 e no jogo Avaí x Barueri que eu fui taxativo na coluna 01 deu coluna do meio. É...com estas não vou mais palpitar não hehehehe.


Jogando em casa contra a Ponte Preta, o Clube de Regatas Brasil jogou muito bem e garantiu a sua segunda vitória na Série B e a primeira em seus domínios. A Ponte começou melhor, é verdade, teve chances não aproveitadas pelo centroavante Roger. Só que aos poucos o CRB foi tomando rédea da partida e foi crescendo no jogo.
O único gol do jogo só saiu aos 27 min do primeiro tempo. Em uma boa trama pela esquerda, o goleiro Dênis deu rebote e o atacante Marcinho só teve o "trabalho" de balançar as redes. CRB 1x0.
Atrás no placar, a Ponte Preta voltou mais ofensiva na segunda etapa, mas mostrou-se pouco criativa e teve muitas dificuldades para criar chances claras para igualar o marcador. Assim, o CRB conseguiu segurar o resultado e conquistar o triunfo.
Na próxima terça-feira, a Ponte Preta recebe o Grêmio Barueri no Moisés Lucarelli, em Campinas, às 20h30. No sábado, dia 9 de junho, o CRB enfrenta o Ipatinga, em Maceió, às 16h.
AVAÍ TROPEÇA EM CASA CONTRA O BARUERI
Terminou empatado por 1 a 1 o confronto entre Avaí e Barueri, nesta terça-feira, em Santa Catarina, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O time catarinense abriu o placar do jogo, mas os paulistas conseguiram chegar à igualdade.
Com o resultado, o Barueri foi a sete pontos ganhos e se juntou a Ponte Preta e Marília na liderança da Série B. Já o Avaí subiu para quatro pontos ganhos e deixou a zona de rebaixamento.

Jogando em casa, o Avaí abriu o placar do confronto aos 4min, com Edílson batendo falta. O empate do Barueri saiu na etapa final, aos 14min, por intermédio de Pedrão, que fez uma bela jogada pela esquerda, driblou o zagueiro e chutou de canhota para vencer Eduardo Martini.
Avaí e Barueri jogam fora de seus domínios na próxima rodada da Série B. Enquanto os catarinenses enfrentam o Criciúma, no dia 9, os paulistas jogam contra a Ponte Preta, no dia 5.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Santos contrata volante Adoniran

Fonte:Futebol Interior(texto editado)
O Santos contratou o volante Adoniran, vindo do Ituano. O atleta era disputado por santos e são paulo há mais de um mês, porém ambos os clubes desistiram do atleta.
Com o São Paulo precisando de volante o santos retomou as negociações e fechou com o atleta que é agenciado por Vagner Ribeiro, e foi o grande destaque do Ituano no paulista.

Com a Palavra: O Ídolo

Tostão, o grande ídolo celeste e um dos mais respeitados colunistas esportivos do país, comenta a crise atual do Cruzeiro em uma entrevista concedida ao Portal Uai.

Leia abaixo na íntrega a entrevista:

A preocupação da torcida com o rebaixamento é pertinente?

Não. De maneira nenhuma. Acho que o Campeonato Brasileiro é tão equilibrado que a maioria das equipes está no mesmo nível. Então, antes de começar o Campeonato, qualquer time que não seja favorito, que não esteja entre os três quatro favoritos, como o Cruzeiro, tende a se preocupar com tudo. Os demais estão todos no mesmo nível. Então não é porque perdeu na terceira rodada, porque está na zona de rebaixamento, que por isso virou um problema. O Campeonato está começando. Mas é claro que o time tem de melhorar, senão corre risco, porque há um equilíbrio grande.

Mas num campeonato tão equilibrado, o risco de queda não seria maior?

Há esse risco, mas também há a possibilidade de ficar acima da expectativa. Então um time intermediário está no mesmo nível de uns dez outros. Ele pode ser o quarto, quinto, como pode ser um dos últimos.

Quais os setores mais críticos do time na sua opinião?


O Cruzeiro tem problemas em todos os setores. Tem um goleiro que ainda é uma incógnita, já que saiu o Fábio. Ele também comia os seus perus, mas pelo menos fazia defesas espetaculares. Esse goleiro eu não sei ainda, não dá para avaliar. Na zaga, o Gladstone tem jogado mal há muito tempo. O Cruzeiro precisa de um meio-campo de mais criação. Os laterais, os dois que jogavam, estavam com problemas. Agora a lateral continua com problemas. O Cruzeiro tem problemas em todos os setores. Não tem um grande centroavante. Mas nesta confusão toda sempre tem alguma coisa boa, tem esse Guilherme que é uma promessa, nossa!. Ele tem pinta de que vai ser um craque. É cedo para falar, mas ele dá a impressão de que vai ser muito mais que um grande jogador, ele vai ser um jogador espetacular.

As críticas para o Araújo são válidas na sua opinião?

Ele não tem jogado bem. Acho só que no início houve uma supervalorização como se ele fosse um craque. Ele não é. Ele é um bom jogador. Ele sempre jogou no Goiás, nunca foi para uma grande equipe, foi para o Japão, nunca foi convocado para a Seleção, então ficou a impressão de que o Cruzeiro contratou um craque. Não! Contratou apenas um bom jogador. A cobrança sobre ele passa a ser muito grande, como se fosse um grande jogador jogando muito mal. Se o time está mal, ele vai jogar mal também. Ele tem virtudes que precisam ser bem aproveitadas. O Araújo sempre foi um jogador mais de lado de campo, tipo um ponta, e nunca foi um grande jogador de meio, de fazer gol. Ele só foi um jogador de velocidade, de dribles. Estão esperando dele uma coisa que ele nunca foi.

O problema do Cruzeiro não seria mais comportamental, tendo em vista que o Autuori saiu dizendo que não dirigiria mais esse grupo?

Não sei. Eu acho que quando todo o time vai mal, a diretoria aproveita e explora isso para justificar, dizendo que o problema é falta de garra, de dedicação e tal. E a torcida gosta disso. Isso vira um clichê e vale para todos os times. Ontem eu vi o jogo e o Cruzeiro se dedicou, luta não faltou. Os jogadores correram muito, mas o time está fraco mesmo. Quando o Cruzeiro iniciou esse ano, criou-se uma ilusão de que o Cruzeiro estava com um time para ser favorito ao título brasileiro. Não era verdade. O Cruzeiro não contratou nenhum grande jogador. Agora também não vamos achar que o elenco também é uma porcaria. O elenco é igual à maioria dos times, mas não acho que está entre os melhores. Com esse elenco, por mais que dê certo, a chance é de ficar num grupo intermediário mesmo. Tem muitos times com jogadores melhores que os do Cruzeiro. Você pega São Paulo, Santos. O próprio Inter, que está ruim, pode se recuperar. Até Flamengo, Botafogo estão com times melhores.

O Dorival ainda é uma incógnita?

Qualquer técnico teria muito trabalho. O torcedor fica com a impressão de que ele ainda é um técnico sem condições de dirigir um grande time, mas não podemos falar isso.

O que você vê de bom nesse time do Cruzeiro?

O Cruzeiro tem esse Guilherme, que tem tudo para ser um craque. Mas ele vai precisar de ajuda. Se o time não melhorar, ele não vai crescer. Mas você vê que naquela ruindade de ontem, naquela apresentação, ele fez jogadas espetaculares. O Araújo também é um bom jogador para o nível do futebol brasileiro hoje. Ele pode crescer. Os outros são medianos. O Ricardinho é outro exemplo: contrataram ele como se fosse um grande reforço. Qualquer time da Série A tem um volante igual ao Ricardinho. Então o Cruzeiro hoje tem um time de jogadores comuns. Agora, esse zagueiro, o Fortunato, dá impressão de que vai crescer. Se ele estiver em um time organizado, ele vai subir muito, ele dá essa impressão. O Marcinho é um bom jogador, nada excepcional, mas é bom e está machucado. O Geovanni é um jogador de médio para bom. Ele está machucado também. Isso atrapalha.

Essa história de que falta um líder no Cruzeiro faz sentido?

Não. Não é por aí não, isso não é decisivo não. Falta é organizar o time melhor e melhorar a qualidade individual dos jogadores. O Cruzeiro não está entre os melhores elencos. Deve ter no mínimo seis ou oito elencos melhores que o do Cruzeiro. O elenco é fraco para pensar nos primeiros lugares. Esse elenco é para ficar em 10º lugar, como nos anos anteriores.

A que você atribui a queda de rendimento do Cruzeiro depois de 2003?

O time de 2003 não foi montado pela diretoria não, quem montou o time de 2003 foi o Luxemburgo, não tenham dúvida. Mas a diretoria não precisa entender tanto. Falta ao Cruzeiro ter uma estrutura para contratar melhor. O Cruzeiro depende muito do técnico, mas não tem uma estrutura de formação de time, depende puramente do técnico. Então chegou o Luxemburgo lá e montou o time. O Paulo Autuori era a esperança de fazer isso, o time parecia até que ia dar certo, parecia mais organizado em campo, de repente, depois da derrota para o Atlético, virou essa confusão. Foi um azar, que dizer, quando o Paulo estava no comando dava-se a impressão de que o time ia se acertar, mesmo com o elenco razoável, o time estava se organizando. De repente sai o Paulo Autuori e agora o time virou uma bagunça.

O Dorival Júnior teria alguma parcela de culpa pelos últimos maus resultados?

Não. É cedo para cobrar e para elogiar. Ele ainda não conseguiu fazer nada, mas outro técnico teria essa dificuldade. O estrago com a saída do Paulo Autuori foi grande. A desclassificação na Copa do Brasil para um time de segunda divisão, o Brasiliense, e a derrota para o Atlético por 4 a 0, no Mineiro, tudo numa semana só, foi dura. O Cruzeiro parecia que ia montar um bom time, não pela qualidade do elenco, que não tem qualidade individual, mas parecia que teria um time mais organizado. Mesmo que não brigasse pelo título. Parecia que estava no caminho certo. O mais importante era isso: o Paulo saiu e tudo caiu por terra. Em resumo é isso. O time tinha algumas deficiências, como na defesa. O Paulo Autuori deixava muito espaço para o adversário no contra-ataque, mas o time era mais organizado. Com a saída dele, todo o trabalho do ano foi perdido. Mudou-se o time, saíram jogadores, virou uma bagunça. Antes era um time que parecia que ia dar certo. Agora é como se estivesse no zero. Já estamos em maio e esses quatro meses foram jogados fora.

Formar o elenco durante o ano é complicado, não é mesmo?

Esse é um problema do Brasil. Muda treinador, muda tudo. Essa continuidade é rara, depende muito do resultado. Se dá azar de perder dois jogos decisivos, como perdeu com o Autuori, a coisa vai lá embaixo. O Cruzeiro parecia que teria um time organizado, pronto, não de grande qualidade, sem grandes talentos, mas capaz de fazer uma boa campanha. Agora esse time é uma incógnita. Será que esse time vai ter tempo de se organizar ou vai continuar perdendo, ficando entre os últimos? Tudo isso gerou uma intranqüilidade grande, há uma baixa auto-estima grande, os jogadores estão com medo da torcida. A situação do Cruzeiro é caótica.

As fortes cobranças da torcida neste momento podem ser benéficas?

A cobrança tem que existir mesmo. O torcedor do Cruzeiro quer sempre ter o melhor time do Brasil, o torcedor do Cruzeiro cobra um time como o São Paulo está tendo nos últimos anos. E notem que no São Paulo já há confusão depois de ganharem tudo nos últimos três anos. O torcedor do Cruzeiro tem ambição, ele quer ver sempre o time favorito. Quando ele vê coisa ruim, ele protesta. Mas isso é inevitável, é coisa passional, não há como cobrar racionalidade do torcedor, uma análise técnica. É assim mesmo. Sempre foi assim e será sempre.


Entrevista do ex-craque Tostão concedida ao Portal Uai(uai.com.br)

Obrigação


Depois de uma vitória empolgante contra o atual campeão paulista no início do Campeonato Brasileiro, o Sport parecia pronto a repetir as boas atuações que estava tendo no Pernambucano e na Copa do Brasil. Mas a realidade da série A mostrou-se outra. Depois de duas derrotas fora de casa, contra o Vasco e contra o Grêmio, o Sport mostrou um futebol sem alma, muitas vezes dando a impressão de que o time não acreditava na vitória, ou seja, no próprio potencial.

O próximo jogo é em casa, contra o atual campeão carioca, e neste duelo de Rubro-Negros, uma vitória do Sport virou obrigação. O Leão vai suar para voltar a ter a garra que sempre foi marca do time. A diretoria colocou à venda 33 mil ingressos, a expectativa é de estádio cheio, com a Ilha do Retiro lotada a chance do time encher de alegria o coração Rubro-Negro é grande.

JÚNIOR AMORIM VOLTA AO CRB E CAUSA POLÊMICA



O retorno do atacante Júnior Amorim ao Galo da Pajuçara dividiu a torcida do alvirrubro alagoano. O clima no clube já é de polêmica, justamente hoje, dia que o Clube de Regatas Brasil enfrenta a Ponte Preta no Estádio Rei Pelé, em Maceió.

Apesar de ter sido ídolo da torcida alagoana em 2006, Júnior Amorim teve uma passagem pelo Estado que ficou marcada pela indisciplina extra-campo.

Além de armar confusões entre os companheiros, o atleta irritou a diretoria do CRB ao ser flagrado jogando fut-vôlei duas horas depois de ter sido dispensado do treinamento por ordem médica. Na ocasião, o técnico era Roberto Carvalo. Júnior Amorim disputou o Campeonato Carioca de 2007 pelo América.

AVAÍ JOGA HOJE NA RESSACADA CONTRA O BARUERI

Enquanto o CRB contratou um jogador-ídolo, o Avaí perde seu maior ídolo atual. O centroavante Evando, que foi destaque do Leão da Ilha na Série B de 2004, quando o Avaí ficou na 3ª posição, está de saída do time catarinense.

O jogador de 31 anos recebeu uma proposta tentadora do Al-Shamal, do Catar. Sua apresentação será no dia 1º de julho. Por isso, o atleta permanece no clube só para manter a forma. Com a negociação concretizada, o treinador Zé Teodoro achou melhor não utilizar mais o jogador na Série B.

A diretoria do time alviceleste está em busca de um novo atleta para atuar na linha de frente do time. Atualmente o técnico Zé Teodoro conta com Didi, Marcelinho, Vandinho, Zaltron, Jandson e Élton Calé.

O próximo confronto do Avaí será nesta terça-feira contra o Barueri, às 20h30, válido pela Série B do Campeonato Brasileiro. Na tarde de ontem (segunda-feira), o comandante da equipe realizou um treino recreativo leve.

Palpites:

CRB x Ponte Preta (empate/Ponte vence)
Avaí x Barueri (Avaí vence)

Será que acerto desta vez?
OBSERVAÇÃO: O melhor pro Vitória nesta rodada é uma vitória do CRB. Vou assistir o jogo hoje à noite e torcerei pro CRB, mas acho difícil o time alagoano vencer a sólida equipe da Ponte Preta

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Filosofia Perrelas


E o Cruzeiro? Como fica? Mais uma vez, arrisco-me a dizer que nosso amado time é só mais um detalhe em meio a este mar de promessas e planos para o futuro. Talvez isso explique toda a falta de comprometimento dos jogadores em campo, uma vez que a filosofia reinante, esta sim unicamente implantada pelos Perrela, os transformam em “peças provisórias”, com prazo de validade vencido. Ora, que tipo de comprometimento pode se esperar de alguém que vai trabalhar em uma empresa sabendo que sua permanência será breve, sabendo que o “melhor” ainda virá, ou seja, uma polpuda transferência para o exterior? Uma coisa é o jogador ser negociado como conseqüência natural do seu trabalho, outra é a futura venda ser a razão principal de sua contratação. E diante desta filosofia, o que podemos esperar do Cruzeiro para o futuro, além das vendas de jogadores? Vejo um time sem problemas financeiros, pelo menos aparentes, e uma diretoria com fôlego para investir. No time? Não, em novos jogadores promissores, em novos negócios, em novos ganhos... afinal, o Cruzeiro pode esperar, mas os interesses de alguns não. Que interesses? A esta altura, depois de 3 anos sem nenhum título marcante, sem nenhum time empolgante, não é este pobre texto que trará luz aos fatos. Cada um é capaz de tirar suas próprias conclusões.

Retirado Cruzeiro.org

GRÊMIO 1x0 sport

GRÊMIO venceu novamente pelo Brasileirão. Apesar de estar focado na Libertadores da América e colocar em campo um time misto, o TRICOLOR somou 3 pontos jogando em casa.
O time do Sport, que veio a Porto Alegre mais pensando em não perder que em ganhar foi vencido por um GRÊMIO que pouco pensava no jogo. Um gol contra aos 2 minutos de jogo acabou com qualquer pretensão do time de Porto Alegre de continuar jogando á sério. Algumas jogadas esporádicas de ataque, mais por teste que por outra coisa e algumas tentativas de Amoroso, Tuta e Ramom fizeram com que o Sport ficasse encolhido em seu campo durante todo o primeiro tempo.
No segundo tempo o GRÊMIO, que já ignorava o jogo, parecia ainda mais desligado e comprometido com o jogo desta quarta-feira, tanto, que o time de Recife chegou a dominar e ameaçar. Mas ficou nisso mesmo. Jogo morno, para o time mas nunca para GERAL que apoiou como se fosse uma final.
Aliás, a GERAL do GRÊMIO, agora destaque nacional pelo alento e força, vem organizando algumas ações que merecem grande reconhecimento. Ontem havia arrecadação de alimentos não perecíveis para a Sociedade Emanuel. Não é a primeira vez que isso ocorre e certamente não será a última. As doações são recolhidas em frente ao Preliminar, conhecido bar da torcida TRICOLOR, e entregues as entidades. Provavelmente haverá arrecadação nesta quarta-feira, fiquem atentos e façam sua parte. GERAL copando sempre. É um tapa nas pessoas que passaram a vida falando contra esta que é a maior e mais forte torcida do país.
FORÇA E HONRA
Anderson Kegler

Orgulho de ser Rubro-Negro

Peço licença para reproduzir aqui uma matéria que não envolve exatamente o Brasileirão, mas sim o mundo do futebol. Ela fala sobre a decisão tomada neste final-de-semana pela FIFA, proibindo jogos internacionais a mais de 2.500m de altitude.
A matéria é de Eduardo Peixoto, do GloboEsporte.com:

A decisão de Fifa de proibir jogos internacionais em altitudes superiores a 2.500 metros revoltou os bolivianos. E o principal alvo desta fúria é o Flamengo.

De acordo com os dirigentes locais, a medida só foi adotada porque o clube brasileiro tem enorme prestígio e chorou após empatar por 2 a 2 com o Real Potosí, no dia 15 de fevereiro, a quase 4.000 metros de altura. No dia seguinte ao jogo, a diretoria afirmou que jamais voltaria a jogar em tais condições "desumanas". Posteriormente, dando prosseguimento à sua campanha, o Fla enviou um relatório médico à Fifa e conseguiu o apoio da CBF.

- Essa proibição é um atentado ao caráter universal da prática do futebol - reclama Jorge Pacheco, tesoureiro da Federação Boliviana de futebol ao site boliviano "Erbol".

No mesmo portal, há um editorial criticando a "covardia" do clube carioca (chamado erroneamente de Flamengo FC). "A eles não importa que as partidas ocorram a 40 graus de temperatura", diz um dos trechos da matéria. As autoridades bolivianas prometem recorrer da proibição.

- É um choque! Se isso for confirmado, será o início da destruição da Fifa - ameaça o representante da Agremiação de Futebolistas da Bolívia, o ex-jogador David Paniagua, ao site "Facetas Deportivas".

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Que orgulho me deu de ver o Flamengo como um dos principais responsáveis por tão sábia decisão. A mim parece corretíssimo preservar a saúde dos jogadores, evitando jogar partidas onde a preocupação com a saúde tem de ser tão grande quanto, ou maior, do que a preocupação em jogar futebol. Mas, queira ou não, a decisão é polêmica.
O que os leitores acham da proibição? Comentem!

Náutico perde 2 pontos, Vasco ganha 1

A expulsão mais rápida, na história dos campeonatos brasileiros, de nada serviu para o Náutico. Celso Roth soube repor o setor defensivo, ao tirar um atacante. O Vasco se manteve em campo, sem qualquer prejuízo – pelo menos no sistema defensivo.

O timbu com 1 a mais, encontrou dificuldades para entrar na área vascaína. E, quando conseguia, esbarrava na péssima pontaria de Beto (que teve 03 chances claras de gols). Daniel Sobralense também ficou à caráter para marcar e “tirou” muito do goleiro.

Já a equipe carioca aproveitou o espaço que foi dado, para contra atacar. E, num lance perdido por Baiano (que não estava numa tarde feliz), houve um lançamento nas costas de Deleu, obrigando o goleiro Gleguer sair na dividida. Pênalti. E gol de Morais.

A torcida local apoiou o time, como um verdadeiro caldeirão, mas o placar foi adverso, no intervalo. E, perdendo o jogo, PC Gusmão resolveu arriscar, colocando 02 atacantes (Kuki e Marcelinho), no lugar de Baiano e Beto.

Deu certo. Marcelinho foi empurrado, de forma imprudente, dentro da área carioca. Pênalti. Marcel cobrou no meio do gol e empatou a partida. O jogo incendiou e o Náutico cresceu, partindo para cima, empurrado pela torcida.

A virada não demorou. Hamilton (que entrou no lugar de Daniel Sobralense) cobrou uma falta na cabeça de Cris. 2 x 1 e festa nos Aflitos. Marcel ganhou uma bola no contra ataque e com Kuki e Felipe esperando o cruzamento na área, marcados apenas por um zagueiro, foi infeliz, ao cruzar exatamente nos pés do defensor cruzmaltino. A pressão alvirrubra continuava.

Parecia que os 03 pontos estavam garantidos. Ledo engano. Em um contra ataque do Vasco, o mesmo Cris fez falta na entrada da área. O nome do jogo, Morais, cobrou rasteiro, “tirando” da barreira. A bola ia nas mãos de Gleguer, mas desviou, no meio do caminho, nos pés de Cris (ele de novo). Gol de empate, para festa dos vascaínos.

O empate desestabilizou a equipe pernambucana que não criou mais chances de gol, enquanto o Vasco, em outro contra ataque quase vence o jogo. Nem os 04 minutos de acréscimos e nem mais uma expulsão no time carioca foram suficientes para o Náutico chegar no gol de Sílvio Luiz. E os 03 pontos escaparam das mãos do timbu, como se fosse um bacalhau escapando do anzol do pescador....

Vitória heróica! Cruzeiro 3 x 4 Paraná Clube



Um jogo para ficar na história do Paraná Clube. Mas antes de falarmos sobre o mesmo, cabe dar ao amigo visitante deste sítio, uma “mostra” do que envolvia a partida...

O mandante Cruzeiro, vinha numa semana regida pelo “clima” tenso, presente desde a eliminação precoce na Copa do Brasil e a perda do estadual de forma melancólica; semana ilustrada com dispensa de atletas, declarações austeras de dirigentes e outros “ingredientes”.

O visitante Paraná Clube, no mesmo período tinha perdido seu treinador, seu melhor jogador, perdeu o estadual de forma inacreditável mas, como sua temporada é reflexo de um planejamento seguido “à risca”, o trabalho realizado se fazia presente mesmo com um eventual revés como o citado. Sempre na primeira divisão nacional desde a conquista desse direito em face do título de 1992, o tricolor paranaense vive sua melhor fase, tendo inclusive avançado da fase de grupos em sua primeira participação na Libertadores de América.

Com a mentalidade de que o importante não é ser grande mas sim, dentre os mesmos se manter, o Paraná Clube saiu, sob forte chuva para enfrentar o Cruzeiro.

O elenco mineiro, que promovia cinco estréias, entrava confiante na obtenção da vitória. E assim, buscando a mesma desde os minutos iniciais, foi, com a vontade, compensando a falta de entrosamento e, melhor postado do que nas outras rodadas, exercia certo domínio, facilitado pela omissão de alguns setores paranistas que pareciam ter se esquecido do sentimento de superação que vêm tendo nesta temporada. Dessa forma, Guilherme abriu o placar para os mandantes aos 44 minutos da etapa inicial.

O “incidente” não abalou os paranistas que, numa bela cobrança de falta aos 46 minutos, do até pouco tempo contestado e vaiado Joélson, conseguiram o empate, permitindo que o técnico estreante Pintado pudesse orientar os volantes, alas e a zaga de modo a que não mais concedessem espaços e que participassem de forma mais eficaz no jogo, não mais precipitando as jogadas.

Eis que então, quando mais organizado em campo o Paraná perde, desnecessariamente Toninho, seu “homem de sobra”.

Mais uma vez, alguns poderiam pensar: “Agora a coisa desanda...” Quem acompanha o Paraná Clube sabe que tal pensamento não teria como proceder, afinal, seus jogadores atuaram desde o início da temporada em duas competições, estando todos os atletas entrosados e em condições de jogo, inclusive tendo atuado em vários sistemas táticos.

O Paraná recuou seus alas, que passaram a agir como laterais de ofício e viu (numa jogada similar às que ocorriam na Libertadores) Vina Pacheco entortando a zaga cruzeirense e cruzando para uma corajosa finalização de Josiel.

Com o visitante à frente, Dorival Júnior (normalmente retranqueiro) colocou o bom Rômulo, que estava inexplicavelmente no banco e viu, de seus pés o empate após “recaída” da zaga paranista. Viu também Guilherme fazer após seu segundo gol, o terceiro do Cruzeiro, que virava sobre a virada paranista.

Mais uma vez alguém pode ter pensado equivocadamente que o Paraná se encolheria... Pintado poderia ter mexido de forma mais conservadora, no entanto, sacou Joélson (que não auxiliava na marcação), o capitão Beto (que vinha de contusão) e Vina Pacheco (que apenas se apresentou no lance do segundo gol paranista), colocando Xaves para recompor a meia cancha, o atacante Vandinho e, surpreendentemente, o garoto Éwerton, preterindo Gérson, que seria, talvez a decisão tática mais apropriada, assumindo a condição de buscar não o empate, mas os três pontos.

Como recompensa à ousadia do treinador e do empenho dos jogadores, que conseguiram impor um padrão de jogo mesmo em desvantagem numérica, os “deuses do futebol” (auxiliados pela presença de Maicosuel, ex-paranista que em campo “igualou” o número de jogadores), endossaram o empate do visitante (que saiu dos pés de Josiel após belíssima assistência de Éwerton) e mais uma virada do mesmo, desta vez fruto de um chute da revelação tricolor.

O Paraná Clube demonstrou como deve ser encarado um campeonato de pontos corridos, buscando sempre a vitória independente da condição. O Brasileirão é na verdade um campeonato de pontos “não-perdidos”.

O tricolor paranaense deixou Belo Horizonte com uma atuação maiúscula mesmo com um jogador a menos; deixa para o Cruzeiro a crise, para o Brasil o exemplo e para sua torcida, além da tranqüilidade, a certeza e a confiança no planejamento realizado.

O Paraná Clube é grande. Volta a Curitiba como líder isolado do certame, com 100% de aproveitamento, com Josiel como artilheiro, com o melhor ataque, o melhor saldo e certamente, esta semana só terá olhos para outro tricolor, o São Paulo, quem enfrentará no próximo domingo, às 18h10 na Vila Capanema.

Para refletir...

Muitos ainda preferem não acreditar naquilo que está à sua frente! Aliás, se até a imprensa prefere desdenhar os “emergentes” e, por “interesses”, considerar como mais interessantes amenidades dos “outrora times grandes”, o que dirá do torcedor mediano que, muitas vezes pouco se preocupa até com a própria realidade. A “ilusão” da felicidade fútil supera o compromisso com a verdade?!

Uns seguem ignorando que desde o advento dos pontos corridos a máxima efetiva é a de que o time mais regular, aquele que perde menos pontos, sagra-se, de forma merecida, como campeão de qualquer torneio; tendo obtido a condição de vitorioso como conseqüência da busca e da obtenção das vitórias.

Desde o sistema de turno e returno, com a vitória valendo três pontos, o que importa é a regularidade e não “peso” de camisas que só se sustentam por investimentos “escusos” com resultados temporários e intervenções estatais absurdas.

[Tenho aqui, embora me desvie do tema inicial em face das inevitáveis considerações, que citar como exemplo, a criação de loterias para os times, que tratados pelo Estado de “forma especial”, serão amparados por um “jogo de azar legalizado” no intuito de minorar suas pendências/dívidas com a União. O difícil, e até inadmissível é ter a constatação de que um pequeno empresário neste país, caso, por infelicidade venha a necessitar de apoio de alguma “instituição financeiras” oficial (CEF, BB...), nenhum respaldo eficaz conseguirá. Mas; o que dizer, cobrar de um país que deveria garantir saúde, emprego, educação e isso não faz?! Pior, como acreditar que uma sociedade omissa, que não se mobiliza nem para combater a corrupção e cobrar para que o ente público administre e gerencie de forma correta, possa querer moralizar algo cujos alicerces estão também tão comprometidos como o futebol? Ninguém vai cobrar uma “devassa” nas contas do Pan?! Não irá a sociedade buscar apurar as responsabilidades dos gastos e desvios públicos? Não iremos todos exigir que todo ato administrativo referente a esse evento e à “Copa de 2014” sejam feitos de forma transparente? Certamente não! Faz parte de nossa cultura histórica sermos tolerantes com aqueles que comprometem, prejudicam o desenvolvimento de todos...]

Voltando ao âmago do tema... o fato de times “outrora grandes” terem perdido sua condição não é novidade no mundo do futebol; no Uruguai o Defensor tem ultimamente superado Nacional e Peñarol... na Inglaterra, França e Alemanha não raros são os casos de times de grande torcida que não mais disputam a divisão principal. E aqui no Brasil?! Por quanto tempo times que não fazem por merecer seguirão recebendo tratamento “diferenciado” pela imprensa e órgãos públicos?

O objetivo para tudo na vida não deve ser apenas o de se atingir um determinado patamar, nível, condição, mas sim o de assim se manter, ou até ir mais longe. Essa “ambição boa” não pode nunca ser condenada. No futebol ocorre exatamente o mesmo. Quantos times querem apenas seguir ser considerados como “grandes” sem mais isso merecer, sem que tenham um planejamento adequado, tendo dirigentes que pensam mais em si do que na entidade que dirigem?

O fato é que, há tempos algumas verdades não se confirmam e o ato de que sejamos “como um todo” relapsos, tolerantes com o pronto saneamento de notórias e conhecidas falhas/situações não nos exime da responsabilidade de tais omissões, assim como não isenta dirigentes e administradores incompetentes e despreparados, reféns da ganância e/ou do ego, das responsabilidades na esfera judicial.

Amigos, no parágrafo acima não me refiro aos governantes e políticos... acho até que a serventia do trecho à essas classes é uma infeliz coincidência, prova confessa da injustificável omissão e apatia da sociedade sobre o tema. Buscava apenas abordar o desdém, o modo “blasè” e pouco responsável de como o esporte e certas de suas “nuances” são tratados. Algumas torcidas estão mais do que infelizes. Sócios de algumas agremiações estão mais do que inconformados. No entanto, a “ciranda” não cessa e, ao invés de, com austeridade e responsabilidade agir, inimigos ficam do mesmo lado... a “música” segue e uma imagem deturpada passa a ser “vendida”, e pior, aceita pelos torcedores não compromissados, cujo ânimo se aplaca com um título estadual, uma vitória num “ex-clássico” ou com uma contratação fuleira, fajuta.

A política do “pão e circo” está oficializada e inunda federações, agremiações, entidades e até setores políticos onde, “alguns” defendem interesses nada nobres e agem, eventualmente de forma ilícita, visando atingir os objetivos “defendidos”. <>A história demonstra que, em cada corte, sempre estiveram presentes os comandantes, os comandados e os palhaços, no entanto, antes, eram poucos e a maioria deles ria, hoje, estes assistem passivamente o que ocorre.

Grandes impérios caíram, alguns não mais sequer existem... Hoje, marcas perdem e agregam valor. <>Como então proceder?

Não apenas elenco, dirigentes e comissão técnica tem que estar “perfilados” para que a “marca” que representa seu time permaneça “viva” e potencialmente “atrativa”... a participação do torcedor comprometido é fundamental, cada vez mais necessária não apenas à sobrevivência mas à manutenção do “status” atingido. <>A “geografia do futebol” hoje difere daquela de anos atrás. O futebol não é mais o mesmo... os valores, os interesses que o rodeiam são outros. Vemos “gigantes” agonizando enquanto emergentes são diretamente prejudicados por conchavos, atos políticos e pela absurda e ridícula negativa em se aceitar a nova realidade.

Poderia ter tratado do tema de forma mais resumida; no entanto, a intenção era a de abordar o tema, buscar que aqueles com paciência (a qual agradeço) para até aqui chegar façam para si uma reflexão sobre o mesmo e após, que questionassem duas coisas:

1 - Por quê não se trata a responsabilidade de membros do Poder Público como se cobram atos coerentes e pertinentes dos dirigentes desportivos?

2 - Já imaginaram no que consistiria uma sociedade onde todos os participantes estivessem comprometidos e empenhados na consecução do bem estar geral, agindo como um time que busca um título?

O futebol é fantástico! Pode-se utilizá-lo sempre para, no dia-a-dia, exemplificar e ilustrar, com seus "ingredientes", situações importantes que indicam falhas e defeitos passíveis de saneamento com a adoção de atitudes, "receitas" simples, mas que precisam ser realizadas. Ou não sabemos todos o que precisa ser feito no futebol e fora dele?

domingo, 27 de maio de 2007

Dois pra lá, dois pra cá

Não, o amigo leitor não está no blog errado.
Esta postagem não é para ensinar passos de dança de salão, mas serve bem para definir outro espetáculo. O mais belo espetáculo que se tem visto nos gramados brasileiros em 2007. Os constantes e emocionantes clássicos envolvendo Flamengo e Botafogo.
Pela 3ª vez em menos de um mês, ambos se enfrentaram, e em todas o placar acabou o mesmo, 2x2. Antes disso, ainda pela Taça Guanabara, o resultado foi 3x3.
Jogos emocionantes, movimentados, abertos, bonitos!
Em todas as partidas o Botafogo tinha a vantagem e o Flamengo foi buscar o empate. Nas quatro os Botafoguenses dizem ter jogado melhor. Então, pode se dizer que nas quatro o Flamengo foi mais eficiente. Uma delas levou a uma decisão por pênaltis, vencida pelo Rubro-Negro.
O fato é que "Flamengo x Botafogo" tem sido o confronto do ano. Tensão e emoção até o último lance de cada jogo. Dezoito gols marcados, e o placar está 9x9.
Infelizmente, só teremos mais um jogo entre ambos este ano. Será no dia 29 de Agosto, às 20:30.
Até lá muitas coisas acontecerão. A situação será outra. Mas a certeza é que o palco do Maracanã estará pronto para ver a quinta bela apresentação de "Flamengo x Botafogo".
Teremos um vencedor?
Talvez o justo seja que não. Este espetáculo não merece ter um derrotado.

Basta!


Um Cruzeiro vergonhoso, um Cruzeiro sem alma, um Cruzeiro medíocre, um Cruzeiro decepcionante.
Chega! Basta!
FORA PERRELAS

Despreparo e garra

Podem falar o que for sobre Vasco e Náutico, mas a impressão que tive foi a de um enorme despreparo e de muita garra.

Despreparo dos zagueiros do Vasco que meteram o sarrafo
Despreparo do juiz que expulsou e distribuiu cartões para os dois lados alienadamente
Despreparo dos jogadores do Náutico que não aproveitaram a chance de meter uma goleada histórica no Vasco
Muita garra dos jogadores do Vasco e principalmente do pequeno Morais que correu e jogou como há muito tempo eu não via.

o resto? não vale a pena comentar.

PARANÁ, FLAMENGO E BOTAFOGO: AS BOAS SURPRESAS DO BRASILEIRÃO

É de bom tom louvar a campanha do Paraná na reta inicial do Campeonato Brasileiro. São nove pontos nas três primeiras rodadas e a torcida planta no coração a semente da esperança de dias melhores. A saída de Caio Junior, após a classificação á Libertadores, poderia trazer desarrumação. Ledo engano. Ganhar do Cruzeiro por 4 a 3 em pleno Mineirão não é para qualquer um. Mas a boa performance paranista fica um pouco ofuscada por uma saga que virou ópera no futebol brasileiro: o equilíbrio demonstrado por Flamengo e Botafogo. Quatro jogos e nenhum vencedor. 18 gols anotados. Parece ser a única centelha de talento no futebol brasileiro, principalmente quando se assiste ao futebol pragmático desencadeado nas terras paulistas e Gaúchas. Quem viu clássico entre São Paulo e Palmeiras sabe do que falo.

Interessante observar que os gols são construídos não por falhas bisonhas ou equívocos de arbitragem. Se Dodô não surpreende com belos gols é Zé Roberto que chega e salva a pátria alvinegra. O oponente não tem vergonha de se exibir. Renato Augusto é talento puro, Renato tem bom aproveitamento nos tiros de longa distância e de vez em quando o torcedor rubro-negro é agraciado com presentes das categorias de base, como o garoto Paulo Sérgio, autor do gol de empate no último domingo. Por vias tortas, o gramado reflete o esforço que as diretorias dos dois clubes fazem nos bastidores para empreender uma administração austera, econômica e sem sustos. No final das contas, Flamengo e Botafogo representam o modelo ideal para o futebol nacional: luta, talento, criatividade e surpresas no gramado. Dedicação e competência no setor administrativo.

Nota 10

Diego fecha o gol do Atlético Mineiro diante do Corinthians. Uma pena que já vai embora para o futebol italiano

Para esquecer

Cruzeiro e Internacional já fizeram a final do Campeonato Brasileiro de 1975. Parecem dispostos a protagonizar o principal clássico da Série B em 2008. Ninguém merece...

São Paulo 0x0 Palmeiras

Como primeiro clássico paulista São Paulo e Palmeiras fizeram um jogo fraco tecnicamente do começo ao fim, com poucas chances de gol.
Palmeiras começou o jogo atacando com lançamentos na área, porém, nenhuma finalização com sucesso. São Paulo teve a chance, após Martinez derrubar Dagoberto. Na cobrança de falta, JW mandou por cima do gol.

Aos 11min Jorge Wagner de novo cobrou falta de longe e a bola quicou na frente de Diego, mas ele conseguiu espalmar. Como o meio do campo estava com grande marcação e pouco espaço, tanto São Paulo quanto Palmeiras começaram a fazer jogadas aéreas. Edmundo teve falta para cobrar aos 24min, mas Rogério Ceni defendeu. Logo depois Jorge Wagner tentou fazer um gol por cobertura mais Diego conseguiu segurar a bola.

O São Paulo voltou para o segundo tempo com uma alteração: Marcel no lugar de Borges.
A primeira boa jogada de ataque saiu aos 7min, quando Dagoberto avançou pela esquerda e cruzou, a zaga do Palmeiras tentou cortar e a bola bateu no ombro ( ??? ) de Dininho. (pênalti que o árbitro não marcou). O jogo voltou a ficar equilibrado a partir dos 10 minutos do segundo tempo, mais nada de gols. O São Paulo ‘esquecia’ de finalizar. Aos 23min Valdivia fez lançamento pelo meio, a bola passou pelo Edmundo que estava impedido e sobrou para Floretín que está em posição legal mais o assistente errou marcando impedimento.

Antes do apito final, o juiz NÃO marcou um pênalti após disputa de bola na área entre Martinez e Dagoberto. (ê apito amigooooo).

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Apesar de o jogo ter sido horrível, truncado e com apito amigo para o Palmeiras, pelo menos há um aspecto a ser ressaltado: a marcação.
São Paulo não soube finalizar e por isso não abriu o placar, porque teve boas chances!
Juiz? Falar o que dele?? Errou e muito! Faltas (várias no meio de campo, sem contar o cartão que ele não deu para o Edmundo no começo do 1º tempo) e pênaltis não marcados.

Santos finalmente faz o certo-Notas e Comentários

Primeiramente minha nota ao time do Santos hoje:

Roger-9 mais seguro do que ele hoje impossível
Alessandro-5,5-Ainda falta rítimo
Adaílton-6,5 Fez o arroz com feijão
Marcelo-7- Um pouco mais que Adaílton
Carlinhos-7 bem no apoio e na defesa, mas fez muitas faltas
Adriano 6-Bem na defesa inoperante no ataque
Rodrigo Souto 8-Passes bem feios,quebrando bem as jogadas adversárias e tranquilo
Cléber Santana 6-Um primeiro tempo que me animou, mas no segundo o sono voltou
Rodrigo Tabata 8-Boa armação, e bons lançamentos
Jonas 6-Faltou a jogada individual
Marcos Aurélio 6-Criou, mas do que adianta criar e perder na cara


Pedrinho - 5,5
Zé Roberto - 6
Moraes- 5,5

Vanderlei Luxemburgo - 7,5

Melhores em campo:Roger e Tabata
Pior em campo: Moraes(Na defesa até ajudou, no ataque nada fez)
Destaque positivo do jogo:Carlinhos

Agora meu comentário: O Santos finalmente voltou a jogar o que pode dentro do possível, o Santos voltou a ter vontade e dedicação, soube fazer uma mescla ideal de titulares e reservas devido à libertadores e está aí, finalmente deixando a" zona de rebaixamento", que enquanto o campeonato não acaba não vale, mas incomoda.

Caso fizesse o que fez hoje contra o América de Natal passava fácil.
Poupar sim!Abdicar do campeonato não.E com Vinícius Iraty comandando o time domingo passado foi difícil, o time estava desinteressado.

Destaque positivo para Carlinhos, que exceto pelas faltas bobas fez uma ótima partida.
Cléber Santana acordou no 1º tempo, mas depois voltou a dormir.

Falta o 9 e a diretoria segurar alguns atletas para eu lançar o santos de favorito para o Brasileiro.

E você leitor, o que achou? Não deixe de fazer seu comentário

Bruno MK

Flamengo x Botafogo

Flamengo e Botafogo se enfentam hoje em grande partida no Maracanã, às 18:10, pela 3ª rodada do Brasileirão.

O Flamengo ganhou um desfalque de última hora. O atacante Souza sentiu uma fisgada na coxa esquerda no treino deste sábado, e acabou vetado em teste realizado hoje pela manhã. Para o seu lugar, Ney Franco escolheu Leonardo, que volta de lesão quase dois meses após sua última partida.
De resto, a equipe é a mesma que convenceu ao vencer o Goiás no último domingo.
Creio que a grande arma Rubro-Negra para vencer hoje será o aproveitamento dos alas, Leo Moura e Juan, que podem aproveitar, respectivamente, a improvisação do atacante Jorge Henrique na lateral-esquerda, e a ineficiência de Joílson na marcação pela direita.

Já o Botafogo tem vários desfalques. Estão vetados o zagueiro Juninho e seu reserva Vágner, o lateral-esquerdo Luciano Almeida e seu reserva Iran. O volante titular Túlio e o lateral-direito reserva Flávio também não poderão figurar na equipe. Além disso, o zagueiro Alex e o destaque Zé Roberto são dúvidas, sendo que este último tem maiores chances de jogar. Renato Silva, dispensado do Fluminense após ser pego no anti-doping fará sua estréia na zaga. Diguinho ganha uma vaga no meio e Jorge Henrique será improvisado na esquerda, abrindo assim vaga para o atacante André Lima como titular.

O jogo será arbitrado por Heber Roberto Lopes(Fifa-PR), auxiliado por Roberto Braatz(Fifa-PR) e Rogério Carlos Rolim(PR).

Flamengo: Bruno; Irineu, Thiago e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Paulinho, Claiton, Renato, Renato Augusto e Juan; Leonardo. T: Ney Franco.

Botafogo: Júlio César; Joílson, Renato Silva, Asprilla(Alex) e Jorge Henrique; Leandro Guerreiro, Diguinho, Lúcio Flávio e Zé Roberto. André Lima e Dodô. T: Cuca

Corinthians 0 x 0 Atlético-MG

Jogo disputadíssimo. Se faltou mais qualidade técnica, sobrou disposição para os dois times. Zetti acertou o posicionamento da defesa do GALO, mas o goleiro Diego acabou consagrado no Morumbi, com pelo menos três defesas sensacionais, a última delas aos 47 minutos do segundo tempo.
Pelo pouco que o meio-campo do GALO conseguiu criar, o resultado foi bom, até mesmo pelo tempo curto que o treinador teve para observar o elenco. Agora, parece certo mesmo que Zetti não gostou do meia Marcinho. Sua substituição por um volante não foi a melhor opção se ele queria a vitória ontem, mas certamente Marcinho não estava cumprindo a missão que o treinador lhe deu. Zetti, como discípulo de Telê, já declarou que é bastante exigente quanto à obediência tática, e o Marcinho anda mesmo meio relaxado.

Aos poucos, acho que Zetti vai mesmo alterar o esquema do GALO para um 3-5-2, até mesmo com 3 volantes em vez de 3 zagueiros, para deixar os laterais apoiarem à vontade. Vamos aguardar os próximos jogos.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 0 x 0 ATLÉTICO-MG

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo
Árbitro: Elvecio Zequetto (MS)
Auxiliares: Adnilson da Costa Pinheiro e Alécio Aparecido Lezo (ambos do MS)
Público: 21.580 torcedores - Renda: R$ 302.176,00
Cartões amarelos: Coelho (A), Betão (C), Marcos (A), Galvão (A), Rosinei (C), Diego (A) e Pedro (C) .

CORINTHIANS: Felipe; Edson (Pedro Silva), Fábio Ferreira, Zelão e Betão; Marcelo Mattos, Rosinei, Marcelo Oliveira e William; Everton Santos (Lulinha) e Finazzi (Wilson). Técnico: Paulo César Carpegiani.

ATLÉTICO: Diego, Coelho, Marcos, Lima e Thiago Feltri; Rafael Miranda, Bilu (Tchô), Marcinho (Germano) e Danilinho; Éder Luís (Lúcio) e Galvão. Técnico: Zetti

SÃO PAULO X PALMEIRAS

São Paulo (SP) - O clássico deste domingo, às 16 horas , no Morumbi, coloca duas potências do futebol paulista em lados opostos pela 278ª vez na história. Apesar de ter sido marcado para a terceira rodada do longo Campeonato Brasileiro, o confronto entre São Paulo e Palmeiras valerá muito mais do que apenas três pontos.

Em momentos diferentes, as duas equipes precisam da vitória como auto-afirmação. O São Paulo investiu alto, formou um elenco de luxo pensando em vencer muitas competições simultâneas, mas acabou eliminado do Paulistão e da Libertadores, criando uma enorme desconfiança na torcida e insatisfação na diretoria.

Bem menos pressionado, o Palmeiras vem doutrinando seus seguidores e pregando paciência. Mesmo sem grandes contratações e com um elenco limitado em algumas posições, o time recebeu aplausos nesta temporada até quando foi eliminado da Copa do Brasil e quando ficou fora das semifinais do Paulistão atrás de times de menor tradição, como Bragantino e São Caetano.

Mesmo evitando falar abertamente em favoritismo para o clássico, a verdade é que o Palmeiras sabe perfeitamente que seu momento emocional é melhor do que o vivido pelo rival do Morumbi. E espera tirar proveito disso para somar sua terceira vitória e continuar 100% no Brasileirão.

“O São Paulo é o atual campeão brasileiro e está com apenas uma vitória a menos que a gente. É relativo falar que o São Paulo não está em boa fase. Vou dar o exemplo do Corinthians, que em duas rodadas saiu do inferno para o céu”, comentou Caio Júnior, técnico do Alviverde.

O treinador terá o time completo à sua disposição, graças ao fim do imbróglio judicial envolvendo o volante Pierre e o Ituano. A manutenção da equipe, que vem invicta no torneio, é motivo de alegria para o comandante palmeirense, que sonha em alcançar o mesmo estágio do rival no quesito peças de reposição.

“O São Paulo tem no elenco a sua principal força, enquanto nós ainda estamos em formação e vamos demorar um tempo para chegar ao mesmo nível. O que eu vejo é que estamos cada vez mais fortes e cada vez mais prontos como equipe”, afirma Caio Júnior.

Entre os jogadores, o sentimento é o mesmo. Todos esperam manter a boa fase contra o rival, mas sem adotar abertamente a postura de favoritos para o encontro de domingo. “Não podemos deixar esse bom momento escapar”, alertou Dininho.

“Estamos mais bem classificados que o São Paulo, mas não podemos vacilar, pois uma derrota já coloca todo o trabalho feito até agora em xeque”, argumentou o zagueiro, seguido pelo volante Martinez: “A gente vive um melhor momento, mas jamais somos favoritos. Em clássicos, tudo fica igual”.

O meia Michael, que deixou o jogo contra o Figueirense com dores no joelho e chegou a ser dúvida para o clássico, concordou com os companheiros. “Nosso momento é bom e precisa continuar assim. Todo mundo se empenha ao máximo em clássicos, pois, se ganharmos, o moral vai lá para cima”, avisou.

Paulo Sérgio, que ajudou o São Caetano a despachar o São Paulo no último Paulistão com uma goleada (4 a 1), sabe que as circunstâncias do jogo serão diferentes, mas não quer nem pensar em outro resultado que não seja a vitória. “Empate nunca é bom resultado em campeonatos por pontos corridos. Temos que ganhar”, avisou o camisa dois, ignorando ainda mais a possibilidade de reabilitar os rivais do Morumbi na competição nacional. “Não estamos nem pensando em perder. O Palmeiras está bem preparado e vai buscar a vitória”.

No São Paulo, a sensação é parecida. Durante a semana, ninguém quis admitir que o time tricolor, no papel, é superior ao do adversário. “Acho que as duas equipes têm um plantel bem parecido. O Palmeiras, dentro das suas condições, também procurou contratar peças para esta temporada”, afirmou o volante Josué.

O volante, no entanto, confessou estar sentindo a pressão por bons resultados. “Quando um time vence muitos campeonatos, sempre gera uma cobrança maior nos anos seguintes. Até nós jogadores nos acostumamos mal com os bons resultados”, disse o jogador, estranhando a fase ruim.

Muricy Ramalho só não poderá contar com o centroavante Aloísio, que vem ficando no banco de reservas neste Brasileirão. O time das duas rodadas iniciais deve ser repetido com três zagueiros para proteger Rogério Ceni. Borges e Dagoberto Serão os atacantes.

Mesmo garantido no cargo pela diretoria antes mesmo do apito inicial, Muricy Ramalho não vai tranqüilo para a partida. A expectativa em relação à seqüência da equipe após as recentes eliminações é grande. “O Palmeiras tem um bom time, mas, se perder, todo mundo vai falar mal deles e o bom momento não existirá mais. Futebol é assim mesmo. Por isso, precisamos vencer”, disse o treinador são-paulino, que elogiou Edmundo, mas descartou qualquer marcação individual.

O capitão Rogério Ceni, que tem o Palmeiras como principal 'alvo' (já marcou seis gols contra o adversário) também está confiante. “Clássicos são partidas boas de se jogar e qualquer atleta gosta de situações assim. Será uma boa partida para o torcedor são-paulino que for ao Morumbi. Espero que saiam felizes, pois, no Morumbi, raramente nós perdemos”.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO X PALMEIRAS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 27 de maio de 2005, domingo
Horário: 16 horas
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho (Fifa-SP)
Assistentes: Valter José dos Reis (Fifa-SP) e Nilson de Souza Monção (SP)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Alex Silva, Miranda e André Dias; Ilsinho, Josué, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto e Borges
Técnico: Muricy Ramalho

PALMEIRAS: Diego Cavalieri; Paulo Sérgio, David, Dininho e Leandro; Pierre, Martinez, Michael e Valdívia; Edmundo e Florentín
Técnico: Caio Júnior



Fonte: Ge.Net

VITÓRIA HUMILHA O CEARÁ NO PRESIDENTE VARGAS




Joãozinho foi o destaque ontem
Os dirigentes do Ceará tentaram, em vão, prejudicar a atuação do Vitória com a mudança do local do jogo (do Castelão para o acanhado estádio Presidente Vargas, o PV). O objetivo era fazer da proximidade dos torcedores com os jogadores, fazer o time rubro-negro ficar acuado e intimado com as provocações e pressões dos torcedores alvinegros.
Porém, isto se tornou um ledo engano para os responsáveis da transferência do local da partida. O Vitória nem se importou e fez 3x0 com muita facilidade. Joãozinho (2) e Alysson fizeram os gols do Leão da Barra.

Com o resultado, o Rubro-Negro chegou aos seis pontos e divide a terceira colocação com o Santa Cruz, ambos um ponto atrás dos líderes Ponte Preta e Marília. O próximo compromisso do Leão, válido pela 4ª rodada da Série B, é no próximo sábado, contra o Ipatinga, no Barradão.

O JOGO - O Vitória desta vez entrou com uma postura bem diferente da última rodada. Ao contrário da atitude excessivamente cautelosa e defensiva contra o São Caetano, o Leão começou a todo vapor e logo aos 4 minutos Apodi deu um passe perfeito para Joãozinho, que debaixo do gol não aproveitou. Mais um gol incrível perdido pelo baixinho.

O Vitória continuava a chegar mais no ataque e Indio chutou duas vezes para defesas difíceis do goleiro Adílson. De tanto insistir, o Vitória inaugurou o placar. Aos 19 minutos Joãozinho tabela com o lateral Alysson e sem querer trocam de posições. Joãozinho virou lateral e Alysson centroavante. No lance o meia cruzou na área e o lateral-esquerdo fez 1x0 de cabeça, como um centroavante nato.

Enquanto o Vitória dominava o jogo, a torcida do Ceará, que lotou o Presidente Vargas, se desesperava com sua equipe. Muito vaiado, o lateral-esquerdo Maurício deixou o campo aos 33 min para a entrada de Ernandes.

Aos 40 minutos o Vitória fez o seu segundo gol. Numa ótima jogada de contra-ataque iniciada por Bida. Este por sua vez passou na direita para Apodi, que fez o cruzamento rasteiro para a finalização de Joãozinho. Vitória 2x0.

SEGUNDO TEMPO - Já com a torcida local irritada com o Ceará e vaiando o próprio time. O Vitória não teve muito trabalho para ampliar o placar. Logo aos 5 min, Índio cobrou uma falta e o goleiro do Ceará defende parcialmente. Minutos depois a zaga cearense comete uma lambança e Joãozinho, que não tem nada a ver com isso, aproveitou a bola mal atrasada e na saída do goleiro fez Vitória 3x0.

Já desmotivado do jogo, o Ceará só fez se defender até terminar a partida. Além disso, o próprio time rubro-negro diminuiu o ímpeto ofensivo e só teve outra grande chance com um belo chute de fora da área de Apodi, que fez o goleiro Adílson se esforçar todo para mandar a bola para escanteio.

FICHA TÉCNICA - CEARÁ 0 X 3 VITÓRIA

Campeonato Brasileiro Série B - 3ª rodada


Adilson, Arlindo Maracanã (Tiago Almeida), Cauê, Léo e Maurício (Ernandes) Felipe, Edmilson, Mazinho Lima e Zé Augusto (Barbieri) Ciel e Márcio Carioca Técnico: Marcelo Villar


Emerson, Jean, Vanderson e Wallace Apodi, Garrinchinha, Bida (Jéferson), Jackson (Capixaba) e Alysson Índio e Joãozinho (Sorato) Técnico: Givanildo Oliveira

Gols: Alysson aos 19 min do primeiro tempo e Joãozinho aos 40 min do primeiro tempo e 11 min do segundo tempo.
Local: Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza
Público: 18 mil pessoas Árbitro: Afonso Amorim de Souza (PI), auxiliado por Francisco Nurisman (PI) Gaspar e José Nilton da Costa (PI)

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Outros resultados da rodada

3ª Rodada

25/05 - Sexta-Feira

Ituano 0x1 Coritiba
Marília 4x3 Avaí

26/05 Sábado

Ipatinga 1x0 Portuguesa
Ceará 0x3 Vitória
Santa Cruz 4x1 CRB
Barueri 2x1 Criciúma
Brasiliense 4x1 Paulista
São Caetano 0x0 Gama

Confira aqui a classificação atual da Série B: http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro2007/classificacao/0,,EI8818,00.html

Flamengo, Botafogo, Jogaço!

Três semanas depois da conquista do Campeonato Carioca pelo Flamengo, em jogo emocionante contra o Botafogo, ambos voltam a se enfrentar às 18:10 no Maracanã, agora pela 3ª Rodada do Brasileirão.

De lá para cá, o Flamengo acabou eliminado da Libertadores, fez péssima estréia no Brasileirão contra o Palmeiras, e se recuperou com ótima vitória no Serra Dourada.

Já o Bota passou pelo Galo na Copa do Brasil, estreou no Brasileirão vencendo o Inter no Beira-Rio, perdeu pro Figueira no Scarpelli com péssima atuação, voltou a vencer o Galo na 2ª rodada do Brasileirão, e, na última Quarta-Feira, massacrou o Figueirense na 2ª partida das Semi-Finais da Copa do Brasil. Foi brilhante mas foi eliminado, culpa da assistente Ana Paula de Oliveira que anulou 2 gols legítimos, e do goleiro Júlio César, que tomou um frangaço no único chute que teve para defender em toda a partida. Quem viu o jogo, sabe que um placar justo teria sido 5 ou 6 a 0 pro Botafogo, ao invés dos 3x1.

Pois bem, pegue o bom momento do Flamengo, o bom futebol do Botafogo, e acrescente o sentimento de vingança que, apesar de negado por alguns, acomete a todos os torcedores e jogadores do Botafogo. Junte as 11 partidas que o Botafogo não vence o Flamengo. Várias colheres de rivalidade. Pré-aqueça o Maracanã e depois deixe ferver com todos os ingredientes por 105 minutos.
Sirvam-se Flamenguistas, Botafoguenses, e apaixonados por futebol. A receita é de um clássico extraordinário.
Que seja saboroso para os Flamenguistas. Boa indigestão pra vocês, Botafoguenses!

sábado, 26 de maio de 2007

AS DICAS PARA UM ACESSO SEM SUSTOS

Ponte Preta, Marília, Santa Cruz e Vitória saíram na frente e estão no grupo de acesso após as três primeiras rodadas da Série B do Brasileirão. O cangote dos pretendentes é assediado por Coritiba, Fortaleza, Ipatinga e Barueri. São as melhores equipes? Talvez. Mas cada equipe uma guarda uma característica que lá na frente será essencial para definir os torcedores autorizados a fazerem festa pelo fim do martírio.
A Ponte Preta parece fazer tudo certinho. Nelsinho é um técnico de ponta e a diretoria reforçou o elenco com jogadores baratos e com cara de Série B. Tem capacidade de se adaptar ao adversário e conta com a força física para reagir no segundo tempo. O Marília, com o triunfo sobre o Avaí, com um gol no final da partida, mostrou também a determinação necessária para viabilizar o resultado.
Quando o assunto é buscar o placar, ninguém por enquanto é mais competente que o Santa Cruz. Passou por cima de Barueri e CRB no estádio do Arruda. Pode subir só somando pontos em casa? Pode ser. Afinal, não podemos esquecer do América de Natal, que no campeonato passado galgou a primeira divisão com um aproveitamento fortíssimo em seus domínios.
E o Vitória? Vencer por 3 a 0 o Ceará no estádio Presidente Vargas não é a única demonstração de força da equipe. O banco de reservas é dotado do principal trunfo, ou seja, o técnico Givanildo de Oliveira. O fracasso no Atlético Paranaense e após subir em anos diferentes com Santa Cruz e Sport mostraram a eficiência deste boleiro para a Série B. Tem as manhas e sabe usar os atletas adequados para uma competição tão aguerrida.
Planejamento, determinação para vencer, força nos jogos em casa e técnicos adequados à competição. A receita parece simples. Ao final das 38 rodadas, o torcedor verá que o sucesso sempre vem da mesma maneira.

Fluminense 3 X 0 Internacional

FluminensexSport Club Internacional - O melhor do mundo

Vergonhoso... Não sei o que escrever. Agora a incompetência se generalizou.

Fluminense (3): Fernando Henrique; Rafael, Anderson, Roger e Ivan; Romeu, Maurício, Davi e Thiago Neves (André Moritz); Rodrigo Tiuí (Lenny) e Rafael Moura (Alex).
Técnico: Renato Portaluppi.
Internacional (0): Renan; Índio, Edinho e Titi (Alex, 13min2°t); Ceará, Wellington Monteiro, Vargas (Márcio Mossoró, intervalo), Pinga e Mineiro; Alexandre Pato e Fernandão (Iarley, 34min1ºt).
Técnico: Alexandre Gallo.

Gol: Thiago Neves (F), aos 36min25seg do primeiro tempo, Rafael (F), aos 4min30seg do segundo tempo, Rodrigo Tiuí (F), aos 12min30seg do segundo tempo. Cartões amarelos: Titi, Vargas, Mineiro (I). Renda: R$ 58.346,00. Público: 4.291 pagantes. Arbitragem: Evandro Roman (PR), auxiliado por Aparecido Santana (PR) e José Pontarolo (PR). Local: Maracanã, no Rio de Janeiro.

Fluminense X Internacional

O Inter terá dias movimentados pela frente. O time do técnico Alexandre Gallo irá disputar duas partidas longe do Beira-Rio. As competições são distintas, mas os objetivos são os mesmos: buscar a vitória. O primeiro desafio será no Maracanã, onde a equipe colorada lutará pela primeira vitória no Brasileirão. Contra o Fluminense, Gallo não poderá contar com o volante Maycon, expulso na última rodada diante do Atlético-PR. No entanto, o jogador integra a delegação que irá viajar para o México.

O zagueiro Índio está confirmado para o jogo contra o time carioca. No entanto, o jogador corre o risco de não atuar diante do Pachuca, uma vez que foi expulso na partida contra o Nacional de Montevidéu, na última rodada da Libertadores. Segundo a Conmebol, Índio deve cumprir a suspensão na Recopa Sul-Americana. O Inter, por sua vez, tenta negociar com a entidade o cumprimento da suspensão em outra partida.

O time que deve atuar no Rio de Janeiro não deve ser diferente do que foi testado ao longo da semana nos treinamentos. Gallo experimentou duas formações no coletivo da última quinta-feira. A primeira teve Rubens Cardoso na ala esquerda e Mineiro na zaga. O Inter treinou com Renan; Índio, Mineiro e Titi; Ceará, Edinho, Wellington Monteiro, Pinga e Rubens Cardoso; Alexandre Pato e Fernandão. Em um segundo momento, o treinador promoveu a entrada de Vargas no meio-campo. Dessa maneira, Mineiro retornou à ala esquerda, enquanto Edinho foi recuado para a zaga.

"O time já está definido, mas vou divulgá-lo somente momentos antes da partida. Tivemos uma melhora significativa na última rodada, mas um clube grande vive de vitórias. Precisamos da reabilitação no Brasileirão", afirmou Gallo.

treinador garante que o foco do grupo colorado, no momento, é o jogo contra o Fluminense: "Só vamos pensar no Pachuca depois da partida no Maracanã", garantiu. Segundo Gallo, a lista dos jogadores inscritos na Recopa será divulgados somente 48 horas antes do confronto em Pachuca del Soto, no México. " O regulamento da competição nos permite isso. Imprevistos podem ocorrer contra o Fluminense, por isso não podemos nos precipitar", ponderou o treinador.

Confira os atletas que viajaram para o Rio de Janeiro:

Renan (goleiro)
Ceará (lateral)
Índio (zagueiro)
Titi (zagueiro)
Wellington Monteiro (volante)
Mineiro (zagueiro)
Vargas (meia)
Edinho (volante)
Fernandão (meia-atacante)
Pinga (meia)
Alexandre Pato (atacante)
Clemer (goleiro)
Sidnei (zagueiro)
Rubens Cardoso (lateral)
Perdigão (volante)
Christian (atacante)
Iarley (atacante)
Wellington Sousa (atacante)
Mossoró (meia)
Alex (meia)
Adriano (atacante)
Magal (volante)
Maycon (volante)

Fonte: Site Oficial do Sport Club Internacional

sexta-feira, 25 de maio de 2007

ZETTI ESTRÉIA NO GALO CONTRA O CORINTHIANS

O GALO tem pela frente outro clássico amanhã pelo Brasileirão, às 18h10, no Morumbi. Depois do Botafogo, é a vez do Corinthians. Além da difícil missão de conquistar os primeiros pontos fora de casa, o GALO tem pela frente o triplo desafio de interromper a seqüência de vitórias do time paulista, "furar" a única defesa invicta do campeonato e quebrar um tabu de 4 anos sem vitórias contra o Timão.
Nos primeiros treinos à frente da equipe, Zetti fez uma alteração "geométrica" no meio-campo do GALO, trocando o "losango de Levir Culpi" (Rafael Miranda mais recuado, Bilu e Marcinho pelos lados e Danilinho mais avançado) por um "quadrado" (lado a lado, Rafael e Bilu recuados, Marcinho e Danilinho à frente).
Na quinta-feira, Zetti assustou muita gente substituindo Marcinho pelo zagueiro Lúcio - que jogou o campeonato mineiro pelo Democrata de Governador Valadares -, alterando o esquema tático do 4-4-2 para o 3-5-2.
No entanto, para a partida de amanhã, Marcinho foi confirmado como titular, e o GALO joga no mesmo esquema em que vinha atuando. A única mudança efetuada por Zetti foi a troca do lateral-esquerdo Ricardinho por Thiago Feltri, que era o titular até se contundir no segundo jogo contra o Avaí-SC pela Copa do Brasil.

Minha aposta no bolão será GALO 1 a 0.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS X ATLÉTICO
Motivo: 3ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 26/05/2007
Local: Estádio Morumbi, em São Paulo
Hora: 18h10
Árbitro: Elvécio Zequetto (MS)
Auxiliares: Adnílson da Costa Pinheiro (MS) e Alécio Aparecido Lezo (MS)
Transmissão para Minas Gerais: Sportv

Corinthians: Felipe; Fábio Ferreira, Zelão e Betão; Edson, Marcelo Mattos, Rosinei, Willian e Marcelo Oliveira; Everton Santos e Finazzi.Técnico: Paulo César Carpegiani.

Atlético: Diego; Coelho, Marcos, Lima e Thiago Feltri; Rafael Miranda, Bilu, Danilo e Marcinho; Éder Luis e Galvão. Técnico: Zetti.

RETROSPECTO NO BRASILEIRÃO

40 jogos, 12 vitórias do GALO, 11 empates, 17 vitórias do Corinthians; o GALO marcou 47 gols e sofreu 54.

Coisas Que Só Acontecem ao Botafogo

Mais uma vez roubaram nossa classificação. Quarta-feira, fizemos 5 gols contra o Figueirense, mas só deixaram 3 valer. Tudo bem. No Campeonato Brasileiro, é sistema de ponto corrido, e nós vamos provar que merecemos estar na Libertadores do ano que vem.

Sabe, há 4 anos atrás estávamos com um time péssimo, na série B, e eu já imaginava que o Botafogo deixava de ser time grande para ser médio. No Rio de Janeiro, há 4 times grandes, e o Botafogo sempre foi o que mais sofreu.

Mas Bebeto de Freitas assumiu. Botafoguense apaixonado, um ótimo administrador e com honestidade suficiente para não deixar que seus interesses pessoais se sobreponham ao do Botafogo, ele foi arrumando o time aos pouquinhos.

De time medíocre, começamos a montar elenco forte, e principalmente, com vínculo ao Botafogo. Nada de jogadores de empresário. Mas o início foi difícil. Botafogo não tinha crédito, ninguém queria vir jogar conosco. Com muito sacrifício, conseguimos não sermos rebaixados na volta à Série A, e no ano seguinte já tínhamos uma equipe mediana. Ano passado tivemos um bom ano. Jogamos a Sul-Americana, vencemos o Estadual conseguimos novamente classificação para a Sul-Americana. Mas a equipe ainda não inspirava orgulho.

Novamente fizemos boas contratações. O nosso treinador, agindo com bom senso, armou um belo esquema em que aproveitamos o melhor de cada atleta, montamos um banco bem razoável para a maratona, e começamos a jogar de forma bastante bonita.

Se o time leva muito gol, ele pelo menos é bastante ofensivo. Jogamos com beleza. Chegamos a ser comparados pelo Galvão Bueno à laranja mecânica de 74. Exageros à parte, tenho orgulho do Botafogo desse ano. Até agora, estamos no quase. Quase ganhamos o Estadual e quase ganhamos a Copa do Brasil. Perdemos e ouvimos que as derrotas foram injustas, que merecíamos ter ganho.

Mas como em pontos corridos, a justiça acaba prevalecendo, eu não tenho dúvida nenhuma que estaremos na Libertadores do ano que vem. E ao contrário do que pensa nosso mediador Daniel, somos favoritos ao título sim.

Senão vejamos: Para mim, só quem está no mesmo nível do Bota é Santos e São Paulo. Grêmio e Palmeiras estão em um nível um pouco abaixo. E Inter, Flu, Fla e Cruzeiro podem até ir para a Libertadores, desde que se acertem.

Mas título? Sei não. Estou achando que fica em General Severiano este ano.

Dinelson no Mengão


Ainda não é oficial, mas a torcida Rubro-Negra já pode considerar Dinelson como o primeiro reforço para o Brasileiro. Ele deve ser apresentado nesta segunda e assinar um contrato de 3 anos.
Dinelson é meia, tem 21 anos, e estava emprestado até dezembro ao Paraná, pelo qual disputou a Libertadores. Mas o Corinthians, dono de seus direitos, usou uma das cláusulas contratuais e solicitou, via fax, o retorno do jogador. O Flamengo, por sua vez, já acertou tudo com os paulistas.
A diretoria rubro-negra assumiu uma antiga dívida que o Corinthians tem com Dinelson e ficará com 50% dos seus direitos econômicos. A outra metade continua sendo do time paulista. Alguns jogadores não aproveitados podem ser emprestados ao Corinthians e ao Paraná como forma de compensação.

Opinião:

Dinelson é um bom reforço para o Fla. Como já contamos com 2 meias ofensivos titularíssimos(Renato e Renato Augusto) ele vem pra ser mais uma grande opção pro Ney Franco, que pode usar Renato como volante ou Renato Augusto no ataque, abrindo assim uma vaga para Dinelson na equipe titular, ou contar com Dinelson como ótima peça no banco de reservas.

Fonte
: Lancenet(modificado)

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Alex Mineiro negocia com Santos e Palmeiras


FONTE:VERDANA(Globo.com, Gazeta Esportiva e Futebol PR)
Após a tentativa do futebol Japonês de ter novamente Marcos Aurélio é a vez do mercado brasileiro se interessar por ele para o campeonato brasileiro.

Esta semana o palmeiras fez uma proposta de R$100 mil por mês a ele, e mais R$400 mil em caso de título do brasileirão ou classificação para a libertadores, que ainda está sendo analizada por seu empresário. (Vale lembrar que o jogador tem uma cláusula em seu contrato que permite sua liberação caso ele receba proposta vantajosa que não seja coberta a partir de 05 de junho.)

Hoje o jogador teve contato do santos que ofereceu segundo o empresário um terço do que ele ganhava no japão por contrato até dezembro.(já foi especulado que lá ele ganhava mais de US$ 150 mil por mês).A principio a oferta não foi aceita. E além disso há outro obstáculo, o santos precisa dele com contrato assinado até o dia 28(antes da clausula)

E pensar que no inicio do ano ele chegou a negociar, e poderia ter vindo bem mais barato.
Seja onde for que ele fique será com certeza um grande matador, resta saber quem dará mais.Truco!

AtleticoxSantos - Perigo para Marcos Aurélio


Lametávelmente o jogo AtléticoxSantos que tinha tudo para ser um jogão pode não ser tão bom.

Tudo pela sequencia do santos na copa libertadores, que pode tirar o brilho desse jogo.

Um jogo arriscado para o santos perder, mas que tem outro perigo muito maior.

Tenho muito medo de que caso o atacante Marcos Aurélio atue ele corra risco de se machucar.

Afinal, segundo me disseram faz um tempo o Petralha é capaz de tudo, e poderia até querer que algum jogador o machuque. Não chego a acreditar nisto, e queria a opnião dos amigos de Curitiba sobre ele.

Caso o Santos mescle o time colocando alguns titulares quem sabe o jogo não volte a ter um carater muito bacana, afinal é um jogo de rivalidade muito recente, com fatos como o título de octa-campeão brasileiro em 2004 para o santos, e da passagem do atlético PR na libertadores 2005 às quartas.(com merecimento, porém com ajuda da cbf, e de carlos eugênio simon)

Momentos distintos


O Cruzeiro receberá o Paraná Clube neste domingo, às 18h10, em jogo válido pela terceira rodada do Brasileirão 2007 passando por uma fase bem diferente daquela vivida pelo oponente.

O elenco paranaense mesmo não podendo contar com uma série de jogadores há já algum tempo, segue viagem à Belo Horizonte na esperança de trazer três pontos na bagagem, dando sequência ao belo início de campeonato e à luta pela consecução de seu maior objetivo, uma nova classificação à Copa Libertadores, agora "exigência" da torcida paranista.

Além da estréia do seu novo treinador, Luiz Carlos Preto, o Pintado, existe ainda a possibilidade do tricolor paranaense promover a estréia de Vandinho, atacante recentemente contratado junto ao Noroeste de Baurú (SP), no intuito de melhorar sua capacidade ofensiva.

Se pelo lado tricolor o ambiente é de tranquilidade, confiança e euforia, pelo lado cruzeirense não se pode dizer o mesmo. A torcida não está satisfeita nem com as últimas apresentações nem com os resultados obtidos nessas oportunidades. Dorival Jr. embora esteja "prestigiado" junto à diretoria do time mineiro, não parece ter bem recebido as últimas declarações dos "Perrela", que disseram, irão instaurar uma política "linha dura" no intuito de "arrumar a casa".

Dorival Jr. deverá repensar a formação de seu time caso pretenda algo mais que o empate, afinal, armar um time como o Cruzeiro em casa com três volantes de origem deixando o inconstante e pouco produtivo Maicosuel (ex-paranista) como único responsável pela armação de jogadas não parece ser uma decisão muito coerente pois resultará a mesma num fatal isolamento de Araújo.

Pintado que não tem nada a ver com a crise alheia deverá manter a mesma linha do trabalho de Zetti (seu antecessor, hoje no Atlético Mineiro), com seus três zagueiros atrás, os dois volantes que sabem sair com a bola e que protegerão os avanços dos alas. O treinador paranista certamente irá orientar seu ala esquerdo, Márcio Careca, a explorar o espaço deixado pelos avanços de Gabriel e assim, efetivar o esquema como 3-6-1 quando sem bola e 3-5-2 (ou até 3-4-3) com a posse da mesma.

Será o confronto de domingo um embate interessante o qual terá, de um lado, o mandante buscando resgatar sua confiança e seu melhor padrão de jogo e, do outro, o ímpeto do visitante em manter a toada demonstrada no início do campeonato.

Paulo Rink faz jogo de despedida



Ídolo atleticano, o atacante Paulo Rink aposenta as chuteiras nesta quinta-feira em partida amistosa entre ex-companheiros de time e amigos, contra o Atlético Paranaense. Aos 34 anos, o jogador que é o sétimo maior goleador do Furacão, deixa os gramados para assumir funções administrativas dentro do clube.


A partida desta noite, as 19:40 horas na Kyocera Arena, envolverá alguns companheiros que jogaram com ele durante sua carreira, entre eles: o atacante Oséas, com quem fez dupla em 1995 no Atlético, Matosas, Ricardo Pinto, Alberto, Alex Lopes, também companheiros de Furacão. Da Alemanha, onde o jogador naturalizou-se e chegou a disputar uma Euro Copa com a seleção, a festa terá a presença do técnico Rudd Völler, Scheneider, Ballack e Homellof, além dos brasileiros Juan, Zé Roberto e Lúcio. Os ingressos custam R$ 15,00 e parte da renda será doada a Santa Casa de Misericórdia.

Idolatrado pela torcida atleticana, o atacante Paulo Rink deixará muita saudade nos gramados, onde sempre honrou a camisa rubro-negra e respeitou a torcida que sempre lhe apoiou.

Pode-se dizer, inclusive, que grande parte da estrutura que o Furacão tem hoje, tem um pedaço de Paulo Rink. Pois foi com sua venda para o futebol alemão, que o Atlético começou a montar seu CT e parte do estádio.

Fica ao atacante e ídolo eterno atleticano, uma homenagem, por todo empenho e carinho que ele, não só como jogador, mas como pessoa, sempre demonstrou por nosso querido Furacão.



quarta-feira, 23 de maio de 2007

Romário ainda não fez gol no Náutico

É fato que o milésimo gol do baixinho, foi feito no Sport Club do Recife – um time de Recife. Porém, nenhum dos 1000 gols de Romário foi marcado contra o Clube Náutico Capibaribe.

E não é por falta de oportunidade. Afinal, o camisa 11, imortalizado na equipe cruzmaltina, já enfrentou o aristocrático clube pernambucano. Ele esteve no estádio do Arruda, no dia 31 de agosto de 1986, ao lado de Roberto Dinamite, quando o Náutico venceu o Vasco, por 1 x 0 (gol de Moreno). E não conseguiu balançar as redes de Rafael.

O estádio José do Rego Maciel recebeu um público de 22.700. O timbu formou com Rafael, João Fernandes, Edson Gaúcho, Alfredo Santos, Alípio, Lourival, Ademir Lobo, Baiano, Moreno, Gallo (depois Ivanildo) e Torrinha (depois Robélio). O técnico era o “capita” da seleção brasileira tricampeã mundial, Carlos Alberto Torres.

Já o Vasco, esteve em campo, com Acácio, Paulo Roberto, Donato, Carlos Augusto, Lira, Vitor (depois Gilmar), Geovani, Mazinho, Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário (depois Vivinho). E o técnico o Cláudio Garcia. Lembrando que Mazinho é o mesmo da Copa de 1994, Geovani e Mauricinho foram campeões mundiais de juniores, no México. E, claro, Roberto Dinamite é um dos grandes ídolos do Vasco e do futebol brasileiro, em todos os tempos – tendo participado da Copa da Argentina, em 1978.

O gol saiu aos 15 minutos, do segundo tempo e foi marcado por Moreno, com apito de José Assis de Aragão, da Federação paulista de futebol.

Nos Aflitos, Náutico e Vasco só jogaram, pelo brasileiro, em 02 ocasiões. E foram 2 empates. 1 x 1 e 0 x 0. Inclusive, o último encontro, dos 14 jogos disputados entre estas duas equipes. Uma curiosidade, também, é que, no Maracanã, o time de Recife não perdeu, nas duas vezes que lá esteve.

Difícilmente, entretanto, os torcedores alvirrubros e cruzmaltino terão seus baixinhos artilheiros em campo, no próximo domingo. Romário não deve viajar para Recife. E Kuki ainda se recupera de uma operação no joelho e, no máximo, irá para o banco, para servir de opção, para o técnico PC Gusmão.

Mudanças no Flamengo

Conforme a diretoria já havia anunciado, o Flamengo começa a fazer mudanças para o Brasileiro.
A intenção é diminuir o inchaço do elenco, melhorando a situação financeira para a compra de 1 a 3 jogadores que possam ser mais úteis ao técnico Ney Franco no momento.

Na manhã de hoje, o atacante Roni foi liberado de forma amigável para o Cruzeiro, que demonstrou interesse no jogador. Ele, que chegou no início do ano para ser boa opção no ataque Rubro-Negro, não caiu nas graças da torcida e já vinha perdendo seu espaço no time, ainda mais agora com Leonardo recuperado de contusão e a proximidade do retorno de Obina.

Outros três jogadores deixaram a Gávea hoje.
Bruno Mezenga, de 18 anos, foi emprestado ao Fortaleza e vai disputar a Série B. Espera-se que o promissor atacante ganhe experiência e retorne mais maduro, já que não vinha conseguindo aproveitar as poucas oportunidades que recebia com Ney Franco.
Leandro Salino, volante que chegou a ser titular, caiu de rendimento e foi liberado para o Ipatinga. Ele tem passe preso ao Nacional de Portugal, e o Fla teria que pagar para continuar com o jogador.
Por último, o meia Advaldo, que apareceu muito pouco no time, acertou sua ida para o Avaí, e vai disputar a Série B.

Nenhum desses 3 deixará saudades ao torcedor. Muito pelo contrário, eles não farão a mínima falta. Mais alguns jogadores devem sair nos próximos dias, principalmente zagueiros, posição que já contava com 6 atletas e teve a chegada de mais 3, promovidos dos juniores.